Dá pra falar pouco do resultado obtido em Florianópolis no último
fim de semana sem cair na velha pecha de “a camisa pesou”. E pesou mesmo. Como
sempre deve ser quando o Palmeiras entra em campo. Como um artigo que se fez
raro nos últimos anos, dada as vergonhas constantes às quais nós, torcedores,
somos submetidos por uma diretoria incompetente, quando não maldosa, e
jogadores indignos de vestir nosso manto.
Mas duelos como os de
sábado servem para nos lembrar do lugar ocupado pelo Palestra. Serve, também,
para deixar claro nossa superioridade perante clubes que querem se fazer
grandes à força, jogando no lixo história, tradição, camisa...
(Ok! No parágrafo
acima todos compreendem que trato do SPFW, um time capaz de vender alma e
coração para artificialmente crescer no mundo do futebol, amparado em uma
falácia – futebol moderno – e em argumentos tão batidos quanto os termos “soberano”,
“6-3-3” e qualquer lixo do gênero deixam claro)
Mas sábado foi nosso
dia. Jogamos pouco, é verdade. Um empate não seria de todo injusto. Pelo
futebol. Mas dentro do Orlando Scarpelli estavam mais do que apenas dois
clubes. Estavam, sim, um clube tradicional, mas acostumado às divisões
inferiores, frente a um rival gigante, enorme e longe de seu local de direito.
Pois bem. Com mais
torcedores nossos do que deles (e nenhum número me provará o contrário. Discuto
com quem por lá esteve), fizemos do maior estádio da capital catarinense a
nossa casa. Debaixo de chuva e frio (muito frio) nos fizemos Palmeiras. Como
sempre deve ser.
E pouco importa quem
foram os responsáveis pela vitória. Pouco importa se começamos a montar ou não um
time decente. Pouco importa a qualidade das peças. Importa, e muito, sairmos
rápido da Série B e para ela nunca mais voltarmos.
Nosso lugar é no
topo, meus caros. Por que aqui se tem camisa, tradição, títulos, história e,
acima de tudo, paixão e torcida!
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Vale um adendo para parabenizar a diretoria do Guaratinguetá FC, time medíocre que resumiu sua venda de ingressos ao seu estádio local, distante 175 km da capital paulista, mesmo para a torcida visitante. O Palmeiras é um time paulistano, imbecis! E grande parte de seus torcedores se fazem presentes mesmo em partidas fora de casa. Aprendam, dirigentes de times pequenos!






Você me parece meio recalcado quando cita o São Pulo dessa forma.
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