sexta-feira, 5 de julho de 2013

Amanhá é dia de Palmeiras (ou não)

Amanhã, exatos 25 dias depois da sua última partida, o Palmeiras volta a entrar em campo pela série B do campeonato brasileiro, em busca do retorno ao lugar que é seu de direito. Uma pausa para a disputa de uma competição pela qual, confesso, tive pouco ou nenhum interesse. Se serviu de preparação para o time nacional para ano que vem, espero que ao menos tenha sido bem utilizado pelo Palestra para corrigir erros e aprimorar o time para o restante do ano. Essa, sim, minha real preocupação.

Eis que, durante o planejamento do que seria mais uma partida vista in loco, deparo-me com a informação de que o jogo fora remarcado para Presidente Prudente, quase seis vezes mais distante de Itu e um verdadeiro inferno para o torcedor palestrino que por lá já marcou presença.

Minha esperança era que a diretoria “profissional” que hoje nos dirige constatasse seu erro e corrigisse a rota, alterando o local da partida. Não o fez, infelizmente. E além da alteração de local, da ampliação das dificuldades e de todos os problemas decorrentes de ambos, vale ressaltar que nenhuma ação foi planejada com antecedência para incentivar o público local, nem mesmo para beneficiar a adesão ao programa de sócio-torcedor Avanti ou algo do gênero.

É o tipo de ação difícil de entender, justificar ou apoiar. Levando isso em consideração, é de se pensar se as partidas agendadas para a capital serão mesmo realizadas por aqui ou levadas para a maldita Arena Barueri, já que o site oficial do clube tampouco confirmou os locais.

O clube, e os que agora o dirigem, parece-me cada vez querer distância de seu maior patrimônio: o torcedor. Parece não levar em consideração as dificuldades, sejam elas de gastos, deslocamentos, agenda ou qualquer outra, que os torcedores enfrentam para estar ao lado do Palmeiras. Isso tudo mesmo no ano do rebaixamento, naquele que deveria tornar-se um marco de ressurreição para o Palestra, ressurgindo ao lado de seus adeptos para o lugar de onde jamais deveria ter saído.


Uma afronta, claro, mas de espécie uma espécie da qual nós, palmeirenses, estamos cada vez mais acostumados nos últimos anos...

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