Amanhã, exatos 25
dias depois da sua última partida, o Palmeiras volta a entrar em campo pela
série B do campeonato brasileiro, em busca do retorno ao lugar que é seu de
direito. Uma pausa para a disputa de uma competição pela qual, confesso, tive
pouco ou nenhum interesse. Se serviu de preparação para o time nacional para
ano que vem, espero que ao menos tenha sido bem utilizado pelo Palestra para
corrigir erros e aprimorar o time para o restante do ano. Essa, sim, minha real
preocupação.
Eis que, durante o
planejamento do que seria mais uma partida vista in loco, deparo-me com a informação de que o jogo fora remarcado
para Presidente Prudente, quase seis vezes mais distante de Itu e um verdadeiro
inferno para o torcedor palestrino que por lá já marcou presença.
Minha esperança era
que a diretoria “profissional” que hoje nos dirige constatasse seu erro e
corrigisse a rota, alterando o local da partida. Não o fez, infelizmente. E
além da alteração de local, da ampliação das dificuldades e de todos os problemas
decorrentes de ambos, vale ressaltar que nenhuma ação foi planejada com
antecedência para incentivar o público local, nem mesmo para beneficiar a
adesão ao programa de sócio-torcedor Avanti ou algo do gênero.
É o tipo de ação
difícil de entender, justificar ou apoiar. Levando isso em consideração, é de
se pensar se as partidas agendadas para a capital serão mesmo realizadas por
aqui ou levadas para a maldita Arena Barueri, já que o site oficial do clube
tampouco confirmou os locais.
O clube, e os que agora
o dirigem, parece-me cada vez querer distância de seu maior patrimônio: o
torcedor. Parece não levar em consideração as dificuldades, sejam elas de
gastos, deslocamentos, agenda ou qualquer outra, que os torcedores enfrentam
para estar ao lado do Palmeiras. Isso tudo mesmo no ano do rebaixamento,
naquele que deveria tornar-se um marco de ressurreição para o Palestra,
ressurgindo ao lado de seus adeptos para o lugar de onde jamais deveria ter
saído.
Uma afronta, claro,
mas de espécie uma espécie da qual nós, palmeirenses, estamos cada vez mais
acostumados nos últimos anos...
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